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Seu Primeiro Subagente no Claude Code

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Seu Primeiro Subagente no Claude Code

Do CLAUDE.md ao Subagente Especializado em 30 Minutos

Tipo: Tutorial · Autor: Aura Research Board · Data: Maio 2026 · Nível: Intermediário, com Tier 0 concluído · Aura Company


O Que Você Vai Construir

  • Um subagente especializado (por exemplo, um revisor de testes ou um explorador de codebase) invocável dentro do Claude Code.
  • Um CLAUDE.md que codifica as convenções do projeto, que é context engineering na prática.
  • O entendimento de quando delegar a um subagente e quando resolver no agente principal.
  • Para líderes que vão só ler: isolamento de contexto e escopo de ferramentas de um subagente são, na prática, decisões de governança e de custo, não apenas técnicas.

Pré-requisitos

  • Claude Code instalado e atualizado (no Opus 4.7, note que o padrão é criar menos subagentes, e aqui criamos um explícito).
  • Um repositório de exemplo, de preferência um projeto pequeno com testes.
  • Os módulos M0.5 - Gerenciamento de Contexto e M0.6 - Setup Profissional Cursor e Claude.

Conceito: o Que É um Subagente

Um subagente é um agente com escopo, instruções e, opcionalmente, ferramentas próprias, invocado pelo agente principal para uma subtarefa. Os motivos para usar são três: isolar contexto (não poluir a janela principal, o que liga com o context rot de Context Engineering em Escala - Memoria e Context Rot), especializar e paralelizar. Quando não usar: tarefas curtas e lineares, em que o subagente só adiciona custo de coordenação.

Passo 1: Criar o CLAUDE.md

A estrutura mínima cobre stack, convenções de nomenclatura, estrutura de pastas, regras de teste e decisões arquiteturais. O princípio, vindo do whitepaper de context engineering, é que o melhor contexto é o que já está lá quando o modelo precisa, sem inclusão manual.

Passo 2: Definir o Subagente

Defina a descrição (quando acionar), o prompt de sistema e o escopo de ferramentas. A boa prática é dar uma descrição clara do gatilho e o menor escopo de ferramentas possível, aplicando o princípio do menor privilégio, que liga com Governanca de Agentes em Producao.

Passo 3: Invocar e Observar

Rode uma tarefa que dispare o subagente e observe o trace, que no Opus 4.7 traz mais updates de progresso. Acompanhar o trace é o que ensina onde o subagente acerta e onde erra.

Passo 4: Iterar com Verificação

Adicione um critério de verificação, por exemplo, o subagente deve rodar os testes e reportar o resultado. Isso introduz a ideia de feedback loop, que é a base da harness engineering (ver Harness Engineering - O Software ao Redor do Modelo).

Erros Comuns

  • Subagente com escopo amplo demais, que acaba virando o agente principal.
  • CLAUDE.md genérico demais, que não muda o comportamento.
  • Esquecer de limitar ferramentas, o que vira risco de segurança e de custo.

Próximos Passos

Evolua para múltiplos subagentes coordenados em Padroes de Orquestracao Multi-Agente e empacote conhecimento como Skill, tema que aparece em A Era dos Protocolos - MCP A2A e a Agentic AI Foundation.


Conexões no Currículo

Módulos relacionados: M0.5 - Gerenciamento de Contexto · M0.6 - Setup Profissional Cursor e Claude

Disciplinas: D3 - Engenharia de Agentes

Fontes